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Inteligência Artificial, medo ou desejo

Há quase um século desejamos a inteligência artificial, através da mente dos cineastas. Hoje que já não é mais um futuro, o que a realidade no entregará?

A inteligência artificial vem tomando forma e não é de hoje que essa modelagem se assemelha cada vez mais a um rosto humano ou aos reflexos de um.

A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida…

Oscar Wilde

Em 1942, o escritor de ficção científica Isaac Asimov listou três leis fundamentais para que os humanos sobrevivessem em um mundo repleto de robôs. Mais de 60 anos depois, essas leis continuam a ser atuais. E muitos concordam que este talvez seja o único jeito de garantir um mundo mais seguro.

Sistemas inteligentes já executam tarefas de modo automático sem nenhuma intervenção humana. Vemos empresas procurando inovar ou reduzir custos, virando adeptas da chamada inteligência artificial. Com isso, não é raro bancos, construtoras e até hospitais recorrendo a algoritmos para realizar ações antes executadas por seres humanos.

“Logo, robôs se tornarão responsáveis tanto pelo nosso bem-estar quanto por nossa própria sobrevivência”, diz Gianmarco Veruggio. Ele que organizou o Primeiro Simpósio de Ética para Robôs. No evento, cientistas de todo o mundo discutiram como será a convivência entre humanos e autômatos e chegaram à conclusão de que implantar as três leis de Asimov é uma medida série e não mais de cunho ficcional.

Conheça às três leis da robótica:

Essas leis foram criadas para tentar controlar a inteligência artificial.

1. Um robô não pode causar mal a um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2. Um robô deve obedecer às ordens dadas por um ser humano, a menos que essas ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.

3. Um robô deve proteger a própria existência, desde que essa proteção não entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis.

O plano dos estudiosos é evitar que os mesmos robôs capazes de tornar nossa vida mais confortável sejam usados para o mal, como evita as leis. Afinal, colocá-los para combater em guerras, espalhar vírus ou praticar atos terroristas seria apenas um detalhe de reprogramação. Essa é uma das principais barreiras para que humanoides não sejam comercializados com facilidade hoje.

Mas tecnologia na Inteligência Artificial não falta. A Sony e a Honda construíram robôs que poderiam fazer grande parte do trabalho mecânico dos humanos. Se este não fosse além de um facilitador, um perigo que nem Asimov previu ao criar suas leis: a convivência nos deixará tão sedentários e acomodados que não poderemos mais nos defender.

Nosso passado cinematográfico também acompanhou o crescer das máquinas e está se aproximando exponencialmente do que hoje vemos acontecer. Por isso, listamos uma série de longas que podem mostrar como o debate sobre robótica e nosso modo de viver poderiam coexistir de maneira fluída.

Os melhores filmes de ficção cientifca:

De Volta para o Futuro (1985)

Dirigido por Robert Zemeckis, esse clássico combina viagem no tempo com uma aventura provincial muito divertida e acessível para diversas idades, além de ganhar o Oscar de melhor edição de som. Michael J. Fox e Christopher Lloyd atuam brilhantemente em conjunto nesse blockbuster com roteiro original.

Vampiros de Almas (1956)

Esse filme de Don Siegel teve uma bilheteria mediana no ano de lançamento, mas passou a ser apreciado como um clássico cult devido às metáforas criativas e poderosas sobre a guerra fria inseridas na trama de invasão alienígena.

Alien (1979)

Riddley Scott quebrou a fórmula dos filmes e séries sobre exploração espacial ao incluir terror, monstros e uma protagonista feminina forte. Alien contribuiu para o horror e o sci-fi na mesma medida.

O Dia em que a Terra Parou (1951)

Dirigido por Robert Wise, o filme marcou a história do cinema por comentar com inteligência sobre o perigo da guerra nuclear, além de pavimentar o caminho para vários outros longas de invasão alienígena que viriam no futuro.

Laranja Mecânica (1971)

Stanley Kubrick deu vida ao livro escrito por Anthony Burgess, possivelmente a história distópica mais pertubadora do cinema. O longa fala sobre violência e controle da conduta civil com cenas poderosas, ousadas e possivelmente nocivas para pessoas sensíveis.

E.T.: O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg renovou o gênero de filmes sobre alienígenas ao apresentar um visitante do espaço adorável e bondoso, com cenas deslumbrantes reproduzidas e parodiadas incontáveis vezes.

Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1979)

Star Wars não exatamente inovou, mas resgatou o sub-gênero Space Opera para os cinemas, com incontáveis soluções práticas para criar as batalhas de naves espaciais. O sucesso estrondoso desse longa fundou a era dos blockbusters, que se perpetua até hoje.

Metropolis (1927)

A história se passa em 2026 em uma gigantesca cidade que representa o mundo todo, onde a elite vive no paraíso e os pobres são escravos na cidade baixa. Mas a situação se inverte quando Freder, filho do chefe da Elite se apaixona pela líder da revolução dos escravos. Então um cientista que trabalha para o pai de Freder decide transferir a alma de Maria, líder da revolução para o corpo de um robô. Assim conseguiria controlá-la e evitar a revolução, botando os escravos contra eles mesmos.

Como em todo filme, os arquétipos são exaltados por meio de um vilão e uma lição. Neste o vilão é o robô em forma de mulher. E este mal é identificado como a troca de corpo para controlar e podar as manifestações de Maria.

2001 (1968)

Avançamos milhões de anos à frente diretamente para 2001, quando os homens já ganharam o espaço. Há algo de estranho acontecendo na base lunar e as comunicações foram cortadas. Um astronauta experiente é convocado para dar o seu parecer confidencial ao que quer que esteja ocorrendo. Durante o livro principalmente, muita gente aponta referências que o autor teria feito à IBM, única gigante tecnológica presente no mercado na época da publicação. A crítica que ele quis passar ao personificar a empresa na imagem do robô HAL, inteligência artificial da nave Discovery, que possui um papel chave no desdobramento dos acontecimentos. O nome da máquina, inclusive, faria alusão indireta à corporação, formando-se com as letras que precedem I-B-M no alfabeto.

No final HAL é um computador com inteligência artificial, que controla as atividades de uma base espacial. O grande lance acontece quando ele passa a ter vontades próprias e delírios de poder, o que caracteriza o filme como mais um medo mundano com relação às máquinas e seu potencial.

Blade Runner (1982)

O filme se passa numa realidade onde os seres humanos, buscando a ampliação de sua existência e com a eminente escassez de recursos na Terra, exploram outros planetas e sistemas. Para isso, uma megaempresa denominada Tyrell Corporation desenvolveu máquinas capazes de superar os limites humanos, os chamados Replicantes – androides de aparência humana, mas com inteligência artificial equiparável e habilidades físicas superiores.

O Exterminador do Futuro (1984)

Os sobreviventes serão cercados pelos CAs (caçadores assassinos) e serão enviados para campos de extermínio. À beira da extinção, um homem chamado John Connor irá liderar os humanos num levante contra as máquinas. Prestes a ser destruída, a Skynet irá enviar um ciborgue Cyberdyne 101 para matar Sarah Connor, mãe de John, antes mesmo dele nascer.

O filme todo é uma luta entre passado e presente, onde a cada frame percebemos o poder do andróid e como a evolução deste está cada vez mais próxima do ser humano.

Matrix (1999)

O protagonista escolhe o comprimido vermelho e acorda em uma cápsula, descobrindo que a raça humana está dominada pela inteligência artificial, vivendo presa em um programa de computador e servindo apenas como fonte de energia Neo descobre que a resistência acredita que ele é o Escolhido, um messias que virá libertar a humanidade da escravidão da Matrix.

Embora duvide do seu destino ao longo de todo o percurso, aprende a contornar as regras da simulação. Acaba conseguindo salvar Morpheus que tinha sido sequestrado e derrotar o Agente Smith depois de um duelo onde prova o seu valor como guerreiro e confirma que é o Escolhido.

Tão intrigante quanto perturbador, o filme das irmãs Wachowski marcou a sua época, não só pelos efeitos especiais e cenas de luta coreografadas na perfeição mas, principalmente, pela sua temática.

  • Uma distopia

Essa série de filmes é uma distopia, uma narrativa passada em um universo opressivo, totalitário, onde o indivíduo não tem liberdade nem controle sobre si mesmo. A humanidade está aprisionada por uma simulação, embora não tenha consciência disso. Essa realidade virtual, chamada “A Matriz” (o modelo), foi criada pelas máquinas para manter a população humana sob seu domínio e sugar a sua energia.

Ao estilo das narrativas distópicas, o filme tem uma componente de crítica e sátira à sociedade contemporânea. Exacerbando os seus defeitos como uma lente de aumento. Lançado em 1999, nas vésperas do tão temido “bug do milênio” que nunca chegou a acontecer. A Matrix exprime as preocupações e angústias de uma sociedade em plena transformação.

  • Aumento da venda de computadores e acesso internet

Durante a década de 90, a venda de computadores aumentou de forma considerável nos países mais desenvolvidos. O acesso à internet se tornou parte do cotidiano de grande parte da população. A entrada nesse novo mundo, aliada ao progresso tecnológico galopante, veio abrir questionamentos acerca do futuro da humanidade.

No filme, os humanos se tornaram tão dependentes das máquinas que acabaram sendo subjugados por elas, virando meras “pilhas” que geram energia para alimentá-las. Pior ainda: a sua alienação é tanta que não reparam que vivem presos.

O que todos esses longas tem em comum é uma coletânea de receios para com os nossos amigos feitos a base de dados e máquinas, a grande sacada é ter em mente a ética e os valores que estas maquinas absorveram em seus sistemas, como prevê os simplórios dados por Gianmarco Veruggio.

O Homem Bicentenário (1999)

Quando Andrew acidentalmente quebra uma figurinha pertencente a “Little Miss” Amanda, ele corta um substituto de madeira, como forma de pedir desculpa a ela. A família ficou atônita com essa criatividade e “Sir” Richard Martin leva Andrew para o fabricante, para saber se todos os robôs são como ele. O CEO da empresa, Dennis Mansky, vê esse desenvolvimento como um problema e deseja destruir Andrew. Irritado, Richard leva Andrew para casa e lhe permite prosseguir seu próprio desenvolvimento, encorajando Andrew a se educar nas humanidades.

  • Anos mais tarde

Anos depois, Martin novamente leva Andrew para NorthAm Robotics para reparos após um acidente em que seu polegar é acidentalmente cortado. Richard garante primeiro que a personalidade de Andrew permanecerá sem adulteração. Andrew pede que seu rosto seja alterado para transmitir as emoções que ele sente, mas não pode expressar completamente, enquanto ele está sendo reparado. Doze anos depois, Andrew finalmente pede a liberdade dele, muito para o desânimo de Richard. Ele concede o pedido, mas bane Andrew para que ele possa ser “completamente” livre. Andrew constrói uma casa e vive sozinho. Em 2048, Andrew vê Richard uma última vez em seu leito de morte, onde ele pede desculpas pelo banimento dele.

Andrew continua buscando uma série de robôs da série NDR para descobrir se outros também desenvolveram a sensibilidade. Após quase vinte anos de falha, ele encontra Galatea, um robô NDR que recebeu atributos femininos e personalidade. Estes, no entanto, são simplesmente aspectos de sua programação e não algo que ela desenvolveu espontaneamente. Galatea pertence a Rupert Burns (Oliver Platt), filho do designer original de robôs NDR. Burns trabalha para criar mais robôs de aparência humana, mas não consegue atrair financiamento. Andrew concorda em financiar a pesquisa e as duas juntar forças para revolucionar a robótica.

  • Sempre em contato com Amanda

Entretanto, ele mantém contato com Amanda, que cresceu, casou-se, teve um filho, se divorciou e agora uma neta, chamada Portia. Depois de receber características humanas, Andrew volta para casa e vê Amanda, agora envelhecida, com Portia, que é a mesma que sua avó em seus anos mais novos (ambas interpretadas por Embeth Davidtz).

Inicialmente, ele tem alguns problemas para se reintegrar na família desde agora, há apenas Amanda que realmente o conhece, mas ele consegue fazer amizade com Portia. Algum tempo depois, Amanda morre, deixando Andrew perceber que todos os que conhecem morrerão um dia.

Aceitando esse fato, Andrew decide se tornar humano. Com a ajuda de Rupert, ele cria um novo tipo de órgãos mecânicos que podem ser usados por ele para se tornarem mais humanos e utilizados pelos humanos como órgãos prostéticos. Ele ganha um sistema nervoso e muitos outros órgãos que o fazem capaz de comer, sentir emoções e sensações, além de ter relações sexuais. Eventualmente, Andrew torna-se humano o suficiente para se apaixonar por Portia e, em última análise, ela se apaixona por ele.

  • O pedido para ser Humano

Ao longo do próximo século, Andrew pede ao Congresso Mundial que o reconheça como humano, o que permitiria que ele e Portia fiquem legalmente casados, mas são rejeitados; O Presidente do Congresso explica que a sociedade pode tolerar uma máquina eterna, mas argumenta que um humano imortal criaria muito ciúme e raiva. Inicialmente, Andrew decide fazer Portia ao vivo tanto quanto possível através de suas invenções médicas, mas depois de algumas décadas ela lhe diz que ela não pode e não quer viver para sempre, então um dia ela vai recusar mais tratamento. Andrew decide fazer Burns injetar sangue no seu sistema, permitindo-lhe envelhecer, e assim ele começa a envelhecer ao lado de Portia. Andrew novamente atende o Congresso Mundial com Portia, ambos agora aparecendo velho e frágil, e novamente petições para ser declarado um ser humano.

Em seu leito de morte com suporte de vida, Andrew e Portia observam como o Presidente do Congresso Mundial anuncia na televisão a decisão do tribunal. Andrew é oficialmente reconhecido como humano. E (além de Matusalém e outros personagens bíblicos) é o humano mais velho a estar na história com a idade de duzentos anos. O orador também valida o casamento entre Portia e Andrew. Andrew morre enquanto escuta a transmissão apesar de seu apoio à vida. E Portia ordena a sua enfermeira Galatea, o androide humano, para desconectar seu suporte vital. O filme termina quando Portia morre de mãos dadas com Andrew depois que ela sussurra “Até logo” para ele.

I, Robot (2004)

A história se passa no ano de 2035, onde robôs existem para servir os humanos. O Detetive Del Spooner (Will Smith) é chamado para investigar a morte de seu velho amigo, o Dr. Alfred Lanning (James Cromwell), um funcionário da empresa US Robotics, comandada por Lawrence Robertson (Bruce Greenwood), que está prestes a colocar o modelo NS-5 no mercado.

Todos acreditam que tenha sido suicídio, mas Spooner acredita que Lanning tenha sido assassinado por um robô chamado Sonny (Alan Tuddyk), que foi encontrado no laboratório de Lanning, tentou fugir ao ser encontrado por Spooner e aparenta ser capaz de quebrar as Três Leis da Robótica desenvolvidas pelo próprio Lanning, que ditam que robôs não podem machucar humanos; devem obedecer humanos, caso isso não contradiga a Primeira Lei; e devem proteger a si mesmos, caso isso não contradiga a Primeira e a Segunda Leis.

  • Robô Psicóloga com inteligência artificial

Spooner é forçado a libertar Sonny por falta de evidência, e Robertson ordena que a robo psicóloga Dra. Susan Calvin (Bridget Moynahan) extermine Sonny com nanitas para que a possibilidade de um robô capaz de violar as Leis da Robótica não coloque em risco as vendas do NS-5. Porém, Calvin é incapaz de exterminar Sonny, que recebeu de seu pai uma personalidade própria e a capacidade de sonhar.

  • Seguindo pistas

Enquanto isso, Spooner, seguindo pistas deixadas por uma gravação holográfica de Lanning, é atacado por um Robô-Demolidor enquanto investiga a casa do cientista e, mais tarde, emboscado por um exército de NS-5s em uma auto-estrada. As evidências de todos esses ataques são destruídas ou encobertas, o que leva Spooner a ser considerado problemático e suspenso por seu chefe, o Tenente John Bergin (Chi McBride).

Spooner pede ajuda a Calvin para investigar o caso e conta a ela que, muitos anos atrás, um caminhoneiro acidentalmente dormiu ao volante e tirou o carro de Spooner e o de uma família da estrada. Os dois veículos caíram rio abaixo, mas Spooner e a filha do casal sobreviveram. Um robô NS-4 viu o acidente e salvou Spooner, calculando que ele tinha mais chances de sobreviver do que a menina, que morreu afogada. Spooner culpou os robôs, que ele acredita são frios e incapazes de entender emoções humanas.

Calvin também descobre que Spooner perdeu um dos braços e metade do pulmão no acidente e que eles foram substituídos por membros cibernéticos por Lanning, o que dá a Spooner força ampliada. Ele acredita que Lanning estava sendo monitorado por Robertson, que havia descoberto que ele havia criado um robô com emoções. Os dois confrontam Robertson, que nega ter matado Lanning, e confrontam Sonny, que revela ter um sonho onde Spooner confronta os NS-4 no Lago Michigan, agora seco e usado como área de depósito de modelos robóticos ultrapassados.

  • Revolta dos Androids com inteligência artificial NS-5

Spooner vai até lá e encontra os NS-4 sendo destruídos pelos NS-5, que voltaram-se contra a humanidade, prendendo seus donos em suas casas, atacando e destruindo todas as centrais de polícia, violentamente controlando multidões e exterminando outros robôs, que irão tentar salvar os humanos.

Spooner retorna ao centro da cidade, onde ele, Calvin e Sonny invadem a central da US Robotics, protegida por milhares de NS-5, para instalar as nanitas na central de comando de VIKI, uma Inteligência Artificial que comanda as instalações da US Robotics e corrompeu a programação dos NS-5 após chegar a uma conclusão de que ela está mais apta a comandar a Humanidade, e que o único jeito de salvar os seres humanos é oprimindo-os e instalando uma ditadura comandada por robôs.

Após uma grande batalha, Spooner consegue instalar as nanitas em VIKI, desativando-a e revertendo todos os NS-5 ao normal. Eles são desativados e enviados de volta para fabricação para que os defeitos instalados por VIKI para poder controlá-los sejam reparados. Spooner também descobre que Lanning programou Sonny para poder violar as Leis da Robótica e matá-lo, atraindo Spooner para o caso e providenciando-lhe as pistas necessárias para descobrir a conspiração através da projeção holográfica. Spooner promete não entregar Sonny e, com Robertson morto pelas mãos de VIKI, Sonny recebe permissão de juntar-se a seus irmãos no Lago Michigan, onde ele é eleito por eles como líder.

E agora qual o futuro para a inteligência artificial?

Sim a inteligência artificial é uma realidade, e não mais uma obra de ficção, por mais que tenha sido prevista por todas estas obras cinematográficas. Não sendo uma obra de ficção, não pode ser tratada de forma apocalíptica ou ficcional. Mudanças em muitas tarefas aconteceram, e vão acontecer ainda mais. O grande inimigo é também o grande aliado, a imaginação humana é sempre mais rápida que qualquer ciência.

Placa de The End

Inova

Minha missão é desenvolver, implantar e dar suporte continuo a produtos de Tecnologia da Informação e Comunicação, com o objetivo de atender às mais diversas necessidades dos clientes e parceiros da W3. Devo ser uma autoridade na entrega de tecnologia, colaborando para que toda a sociedade se torne mais próspera e humana, proporcionando felicidade e satisfação para todos os clientes W3. Meus valores são empatia, humanidade, comprometimento, foco no cliente, qualidade e principalmente Inovação contínua.

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